sábado, 25 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Natal
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Celebridades ganham de R$ 1,5 mil a R$ 20 mil por tuítes pagos
Celebridades ganham de R$ 1,5 mil a R$ 20 mil
por tuítes pagos
AMANDA DEMETRIODE SÃO PAULO quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS
“Queixo do avô, olhos do pai e HIV da mãe.” |
“HIV positivo, assim com a mãe.” |
sábado, 16 de outubro de 2010
Publicidade vai para dentro dos videoclipes
Tanto no caso do celular da Virgin Mobile quanto do molho Miracle Whip, Lady Gaga faz uma propaganda explícita. No vídeo do seu novo single Telephone, ela exibe o celular e um punhado de outras marcas - oferecendo um dos mais claros exemplos de inserção de propaganda de produtos em vídeos de música.
Embora tenha levado a propaganda ao extremo, Lady Gaga não é a única, no campo da música, a inserir propaganda de uma marca nos seus vídeos. Pelo menos duas tendências contribuíram para o aumento da popularidade dessas inserções: a mudança dos vídeos da TV para a internet e a tentativa dos selos de transformar os vídeos em fonte de receita, e não apenas em um instrumento para vender CDs.
De acordo com estudo divulgado pela empresa de pesquisa PQ Media, o dinheiro gasto na inserção de publicidade de produtos em clipes musicais cresceu 8% em 2009 em comparação com o ano anterior, enquanto a propaganda paga de produtos no geral caiu 2,8%, para US$ 3,6 bilhões.
O dinheiro, com frequência, é usado para pagar os custos do vídeo, que em geral são divididos entre o artista e a gravadora. Patrick Quinn, diretor executivo da PQ Media, diz que a receita derivada desse tipo de propaganda totalizou entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões em 2009, mais do que o dobro do contabilizado em 2000, e ele acha que vai crescer ainda mais este ano.
Canal. Rio Caraeff, diretor executivo da rede de vídeos de música Vevo, aberta no ano passado em parceria com o YouTube, diz que o objetivo da empresa é possibilitar a inserção de publicidade de produtos em vídeos. Ela serve como "um canal entre as grandes gravadoras e as empresas de marketing", disse ele em uma mensagem por e-mail.
O vídeo de Lady Gaga, que já teve 62 milhões de exibições no YouTube, traz propaganda de produtos de Miracle Whip e da Virgin Mobile. Segundo Caraeff, a empresa de telefonia tem "um forte relacionamento" com a Vevo, que pertence em parte à Universal Music, matriz do selo da cantora pop.
O diretor da Vevo diz que a propaganda deixou claro "como são complementares nossos relacionamentos com marcas e empresas de música e como podemos reuni-las, em parcerias de sucesso no futuro". Uma versão do vídeo na MTV, no entanto, deixa embaçada a marca Virgin Mobile, mas não a Miracle Whipp, que tem menos destaque.
Segundo Jonathan Feldman, vice-presidente da área de parcerias de marcas na Atlantic Records, hoje o selo valoriza mais os vídeos do que há cinco ou dez anos. "Antes, o vídeo servia apenas para mostrar criatividade e conteúdo, era promocional. Hoje, consideramos o vídeo uma parte integrante do todo e uma maneira de gerar receita", disse.
"Parte do argumento para convencer os anunciantes é que, ao contrário de muitas outras oportunidades de propaganda em torno dos vídeos de música, como um anúncio de 15 segundos antes da música comprado para uma duração específica, ou pelo número de vezes em que é exibida, o produto inserido num vídeo está sempre lá. Não vai desaparecer", explicou.
O vídeo da Atlantic de Billionaire, música de sucesso de Travie McCoy interpretada por Bruno Mars, inclui uma propaganda paga de um Mini Cooper.
Os dois artistas estão viajando com o carro, e Bruno Mars cede o veículo para um homem querendo andar nele. O vídeo foi visto mais de 9 milhões de vezes por usuários do YouTube. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
GRENDENE VOLTA A EXIBIR A PAIXÃO INSPIRADORA QUE A UNE A GISELE BÜNDCHEN
O comercial, intitulado “Revoada”, mostra um fenômeno presente tanto na vida das mulheres como na das borboletas: a metamorfose. Se as borboletas mudam ao deixar o casulo, as mulheres também passam por transformações toda vez que trocam de acessório, de roupa, de maquiagem.
s. Criadas pela WMcCann, as novas mensagens publicitárias incluem, em destaque, um filme de 30” e outdoor.
No filme, em um campo repleto de borboletas coloridas, a modelo caminha tranquilamente em meio a muitas árvores, encantada com a natureza a sua volta. Toda vez que as borboletas se aproximam da Gisele, voando em seguida, acontece a transformação: um novo modelo de roupa e de sandália surgem, num clima romântico e idílico.
A nova coleção traz modelos envolvidos em uma delicada trama de borboletas criando um efeito de renda, uma das principais tendências de moda para a próxima estação.
No final do comercial, a modelo conclui: “Coleção Gisele Bündchen Borboletas. A moda pousou nos seus pés”.
No outdoor, que estará nas ruas somente em outubro, são exibidos os modelos das sandálias com a Gisele Bündchen envolvida pela revoada das borboletas.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
A publicidade está invadindo os blogs
As minhas férias acabaram, mas ainda tem uma galera curtindo o sol (ou não) nas imensas praias do Brasil, imagina o quanto de história essa galera tem para contar, a Skol está com uma promoção que tem tudo a ver com essas histórias de verão, fui convidado por eles para conhecer a promoção e postar aqui no Brogui.” Quem está acostumado a ler blogs certamente já deparou com posts como esse, escrito pelo estudante de publicidade Caio Novaes, de 24 anos, autor do Brogui, um blog de variedades. Propagandas assim, que recomendam ou apenas mencionam um produto ou uma marca, se misturam aos posts comuns na área de conteúdo dos blogs.
Era previsível. Se os blogs se tornaram tão populares e influentes, quanto tempo levaria até que as agências de publicidade percebessem seu poder de comunicação? O mesmo vem acontecendo com as comunidades em redes sociais, como Orkut e Facebook, e os fóruns de discussão. Essa tendência é ao mesmo tempo um estímulo e uma ameaça aos blogs. É um estímulo porque a publicidade ajuda os blogueiros a se financiar. E, portanto, investir em seus blogs para torná-los melhores. Mas é também uma ameaça. Os blogs carregam uma aura de mídia alternativa, independente, revolucionária. E os posts pagos podem levar os internautas a duvidar da veracidade das opiniões dos blogueiros – que é, na maioria das vezes, seu maior capital. Os blogueiros percebem o problema. Tanto que têm buscado fórmulas para contorná-lo. O modelo mais comum é colocar uma tag (etiqueta que define a categoria do post), para mostrar que aquele texto é um “publieditorial”. É uma solução incipiente. A maioria dos internautas não percebe ou não entende a distinção entre os posts pagos e os não pagos. Essa confusão provocou uma reação hostil de muitos blogueiros, além de polêmica e discussões inflamadas na internet sobre “blogs vendidos”.
Não chega a tanto. Em geral, um publieditorial num blog grande custa cerca de R$ 500. Blogs menores topam fazer posts por R$ 100. Alguns blogs fecham pacotes de anúncios. Há pelo menos um registro de um blog que já recebeu R$ 8 mil por um post pago. A agência Riot, uma das pioneiras no serviço, oferece às empresas anunciantes um portfólio de mídia digital que inclui 500 blogs, 2.500 comunidades no Orkut e cerca de mil fóruns de discussão. “Alguns blogueiros e participantes de mídias sociais são naturalmente formadores de opinião. Eles influenciam as pessoas que os leem a replicar o assunto em suas próprias páginas”, afirma Wagner Fontoura, estrategista de mídias sociais da Riot.
Os blogueiros que aceitam pagamento para publicar uma ação de marketing afirmam que os publieditoriais funcionam da mesma forma que as ações de merchandising de alguns programas de TV e das novelas, quando um apresentador ou um ator recomendam um produto. “Vejo as ações em blogs e redes sociais como um processo normal e até mesmo previsível, em se tratando de uma ferramenta como são os blogs, com um potencial tão grande de influência e venda de um produto”, diz o blogueiro Caio Novaes, autor do post sobre a Skol. Ele publicou seu primeiro post pago em 2007, quatro anos depois de iniciar seu blog. “Os publieditoriais são um reconhecimento por um trabalho benfeito.”
O contato com os blogueiros que aceitam anúncios é feito pelas agências. “Elas mandam um briefing dizendo o que é preciso falar e eu escrevo da forma como me comunico com meus leitores”, diz Raphael Mendes, do Bobagento, um blog de variedades. Para uma campanha da Axe que envolvia divulgar um vídeo, mudar temporariamente o layout do blog e ter um personagem num jogo virtual, Mendes recebeu R$ 4 mil. Ele afirma que, se o anúncio é de algo de que ele gosta ou conhece, faz um post personalizado e dá sua opinião. Caso contrário, apenas divulga o que foi pedido. Para informar ao público, coloca todos os anúncios na categoria publieditorial. “Quem fala que post pago é ruim está fora do mercado. Se tivesse audiência e fosse procurado por uma agência, faria com certeza”, afirma Mendes. “Não acho que eu venda a minha opinião. Eu faço a divulgação de produtos ou eventos.” Tanto Mendes quanto Novaes enviam regularmente às agências documentos s com informações de audiência de seus blogs e os preços cobrados pelos anúncios.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Publicidade criativa do McDonalds no Farmville
FONTE: http://www.midiassociais.net/2010/10/publicidade-criativa-do-mcdonalds-no-farmville/
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Publicidade brasileira é a que mais cresce no mundo
Os dados são da consultoria Nielsen. O gasto global com publicidade cresceu 12,8% nos primeiros seis meses do ano, chegando a US$ 238 bilhões.
O aquecimento do mercado brasileiro explica a disputa pela Talent, de Júlio Ribeiro, uma das últimas grandes agências nacionais que não tinha sido vendida ainda para grupo estrangeiros. Depois de vencer a disputa para o maior grupo de publicidade do mundo, a WPP, a francesa Publicis anunciou na semana passada a compra de 49% da agência brasileira. Os valores não foram divulgados. A reportagem apurou que a agência teria sido avaliada em US$ 150 milhões para esta operação.
Segundo a Nielsen, a recuperação do mercado publicitário se deve ao “boom” dos países emergentes e à volta dos investimentos na publicidade de automóveis, bens de consumo duráveis e não duráveis, serviços financeiros e de telecomunicações.
A publicidade cresceu em 35 de um total de 37 países pesquisados pela Nielsen, sendo que em 26 a alta foi superior a 10%. A retração atingiu apenas os Emirados Árabes (-5,8%) e a Irlanda (-3.2%). Os mercados da América do Norte e da Europa, que concentram 23% do faturamento global, caminham lentamente para uma recuperação, com algumas categorias, como automóveis e duráveis, mostrando mais vigor. “Essas categorias registraram as maiores altas na comparação ano a ano, o que é um indicador importante de que anunciantes e consumidores estão mais confiantes a gastar”, disse Michele Strazzera, vice-diretora da Nielsen Global AdView.
Depois da América Latina, a segunda maior alta foi registrada no Oriente Médio e África (23,8%). O terceiro país com maior crescimento, atrás de Brasil e México, foi o Egito, com 36,4%.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
ENQUANTO PESSOAS NÃO TÊM NADA MELHOR PARA FAZER, A EXPANSÃO DO VIRTUALISMO GANHA MAIS ESPAÇO
Estudo realizado pela Kantar Worldpanel, maior empresa global de pesquisa de consumo domiciliar, indica que 32% dos domicílios já têm pelo menos um indivíduo conectado a redes sociais nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Extraído de uma base de 3.000 lares, acompanhados semanalmente pela Kantar nessas duas regiões, o estudo indica que 11% dos domicílios das duas maiores capitais do País têm um viciado nesse tipo de plataforma de relacionamento na web. Outros 21% dos domicílios têm usuários frequentes das redes. Entretanto, em 51% dos lares os indivíduos conhecem as redes, mas não se conectam com frequência. Apenas 14% dos domicílios, ouvidos pela Kantar, dizem desconhecer as novas ferramentas de relacionamento e nunca se conectam a elas.
Segundo o levantamento, em 30% dos lares, os internautas das capitais paulista e fluminense utilizam a ferramenta para manter contato com pessoas distantes, 23% para postar fotos, 10% para conhecerem pessoas no exterior e 9% para fazer novos amigos.
Os que usam a rede para bisbilhotar estão presentes em 5% dos lares das duas regiões.
Outros 3% costumam postar feeds e comentários, inclusive sobre produtos e serviços e 2% deles dividem seus pensamentos nas redes sociais.
Entre os sites avaliados, o mais popular nas duas regiões metropolitanas investigadas é o Orkut, que detém maior penetração (98%), enquanto Twitter e Facebook despertam o interesse de 14% e 13%, respectivamente.
Em países da América Latina, essa proporção é diferente, com o Facebook liderando a preferência dos usuários, com 53%, seguido pelo Orkut (46%) e Twitter (12%).
FONTE:http://www.portaldapropaganda.com/netmarketing/2010/09/0001
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Frases criativas de campanhas publicitárias.
“Ajudando as feias a fazer sexo desde 1862.”
(Mensagem publicitária de uma cerveja da Noruega)
“Pense grande. Você já ouviu falar de Alexandre, o Médio?”
(3i, consultores de empresas)
“Ruim por ruim, vote em mim!”
(Alípio Martins, em campanha política)
“As fitas não são virgens, mas, também, hoje em dia, quem é?”
(Blockbuster)
“Há três bilhões de mulheres no mundo. Só oito são top models.”
(Body Shop)
“Brinquedo só no Natal. Bife de fígado toda semana. E, depois, você se pergunta por que há tanta criança traumatizada no mundo…”
(Brinquedos Estrela)
[Foto de Fidel Castro]
“Economizar no vestuário não significa andar 30 anos com a mesma roupa.”
(Cartão de crédito Fashion Clinic)
“Beba-o com respeito. É provável que ele seja mais velho que você.”
(Conhaque Martell)
“Ame-os e deixe-os.”
(Creche em Minneapolis)
“Não servimos almoço. Levamos o dia inteiro para preparar o seu jantar.”
(D’Amico Cucina)
“Se você é uma pessoa sensível, vai gostar de saber que Pinho Sol mata os germes sem dor nem sofrimento.” (Desinfetante Pinho Sol)
“A Terra é azul (Gagarin). E pequena (DHL).”
(DHL – Serviço de entrega mundial)
[Quadro de Henrique VIII]
“Numa igreja fundada por um homem que teve seis esposas, nem é preciso dizer que ele entende de perdão.” (Episcopalian Church)
“Nunca foi tão fácil tirar o doce da criança.”
(Escova Dental Oral B)
[Foto de uma Cadeira Elétrica]
“Algumas pessoas se opõem tanto a assassinatos, que matam quem comete um.” (Eyewitness News, WABC-TV)
“Mr. Ferrari drives a Fiat.”
(Fiat)
[Foto de um homem sentado em cadeira de rodas, consertando uma televisão]
“O que você vê aqui é um aparelho de TV consertando um homem.”
(Goodwill for Handcap)
“Antes de dormir, não se esqueça de apagar os insetos.”
(Inseticida Rodasol)
“Quando uma menina vira mulher, os homens viram meninos.”
(Lingerie Valisère)
“Para alguns, sexo antes do casamento é imoral. E o que você acha que é sexo antes do jardim-de-infância?”
(Oliver Crest Treatment Center for AbusedChildren)
“Cabem 18 crianças, lógico, se o motorista for surdo.”
(Perua Hi Topic Asia)
“É o mais rápido que você pode ir, sem ser obrigado a comer comida de bordo.” (Porsche)
“Mais valem quatro cabeças de vídeo, do que uma bem na sua frente no cinema.” (Semp Toshiba)
“Michael Jordan 1 – Isaac Newton 0.”
(Tênis Nike)
“A crítica adorou. Mas pode assistir que é bom.”
(Semp Toshiba)
“Nossos clientes nunca voltaram para reclamar.”
(Outdoor de uma empresa de serviços funerários)
FONTE: http://designtecnologico.com/
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Nestlé
A Nestlé é a maior empresa mundial de nutrição, saúde e bem-estar e opera em 86 países com marcas consagradas. No Brasil, instalou a primeira fábrica em 1921, na cidade paulista de
Araras, para a produção do leite condensado Milkmaid, que mais tarde seria conhecido como Leite Moça por milhões de consumidores.
A atuação da Nestlé Brasil abrange segmentos de mercado achocolatados, biscoitos, cafés, cereais, cereais matinais, águas, chás, chocolates, culinários, lácteos, refrigerados, sorvetes, nutrição infantil (fórmulas infantis, cereais infantis e papinhas prontas para o consumo), nutrição clínica, produtos à base de soja, alimentos para animais de estimação e serviços para empresas e profissionais da área de alimentação fora do lar.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Coca-cola
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Qual é a primeira marca que lhe vem à cabeça de algum produto ou serviço?
Texto de: Giedre Moura - free-lance para a Folha de S.Paulo
Foram pequenas as alterações em relação ao ano passado: Omo e Coca-Cola caíram 1%, e a Nestlé manteve o mesmo índice de 2001. Enquanto a marca Omo deu continuidade à sua linha de comunicação voltada ao público feminino e alterou a fórmula de alguns produtos, a Coca-Cola e a Nestlé foram mais agressivas. O refrigerante mais conhecido do mundo manteve o foco de suas ações na Copa do Mundo, e a Nestlé fechou uma parceria com o "Show do Milhão" de Silvio Santos e só em prêmios deve distribuir até o final do ano cerca de R$ 28 milhões.
CHOCOLATE
"A parceria com o programa do Silvio Santos representa uma continuidade da ação do ano passado, que tem o objetivo de tornar a marca Nestlé mais conhecida. Trata-se de uma campanha 'multi-brand', ou seja, queremos que o consumidor do Nescau, do Nescafé ou do Leite Moça saiba que está comprando um produto da Nestlé", afirma o diretor de comunicação e marketing da empresa, Avelar Vasconcelos.
Pelo contrato com a Nestlé, o SBT deixou de publicar a revista do "Show do Milhão" e hoje a participação é totalmente vinculada à promoção. Os participantes precisam enviar oito rótulos de produtos Nestlé e, se forem sorteados, ganham R$ 1.000 antes de entrar no jogo de perguntas e respostas.
Até o momento, já foram sorteadas mais de 700 pessoas e o contrato com o SBT termina em dezembro. Com essa promoção, a Nestlé, que no ano passado recebeu 14 milhões de cartas em busca das 80 casas, já ultrapassou a marca de 40 milhões de correspondências, de acordo com Vasconcelos. "O valor dos prêmios também é maior: neste ano deve chegar a R$ 28 milhões, muito mais do que a soma do valor das casas da promoção do ano passado", afirma.
Ao lado da campanha televisiva, a Nestlé, que investe R$ 200 milhões em publicidade (só no projeto Show do Milhão são R$ 60 milhões), desenvolveu um trabalho específico para a comunicação de cada produto. "Tem gente que compra Galak e acha que está comprando Lacta, assim como muita gente que come Prestígio e não sabe que é nosso", admite Vasconcelos.
Na categoria chocolate, a supremacia da lembrança da Nestlé é expressiva, mesmo a marca não sendo líder de mercado, posição ocupada pela Lacta. No Top of Mind deste ano, a Nestlé passou de 35% para 39%, seguida pela Garoto, que também melhorou o desempenho, crescendo seis pontos percentuais. Em terceiro, está a Lacta que, como no ano passado, recebeu 7% das indicações. No mercado, a Lacta tem 33,5%, segundo levantamento da Nielsen referente ao primeiro semestre deste ano. É seguida pela Nestlé (32,8%) e Garoto (22,4%).
A marca Nestlé na categoria chocolate é mencionada de forma distribuída entre todas as classes sociais, grau de escolaridade e idade. A lembrança entre mulheres (41%) é um pouco superior do que entre os homens (36%).
O crescimento da marca Garoto, comprada pela Nestlé no primeiro semestre deste ano, é creditado à injeção de novo capital, que permitiu à marca voltar à mídia com os produtos Talento e Baton. "A Nestlé nos deu mais agressividade comercial, estamos agora mais presentes não só na mídia, mas também no ponto de venda", afirma o diretor comercial da Garoto, Ubiracy Fonseca. Outro objetivo da Garoto é aumentar as exportações.
REFRIGERANTE
Com um investimento de R$ 200 milhões em publicidade, a Coca-Cola reservou para o primeiro semestre do ano a sua grande cartada de marketing: a Copa do Mundo. Em janeiro, a empresa começou a veicular o filme com o jogador Romário (seu cachê não é divulgado), que acabou não sendo escalado pela seleção brasileira, patrocinada pelo Guaraná Antarctica.
Ao final da promoção, a Coca-Cola levou 40 pessoas para a Copa, sorteou as bolas utilizadas nos jogos da primeira fase pelo time brasileiro e patrocinou a exposição sobre a vida do jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.
Na categoria refrigerante, a Coca-Cola tem hegemonia em todas as classes sociais, faixas etárias, sexos e graus de escolaridade. A marca foi citada por 54% dos entrevistados, enquanto Antarctica (inclui a marca sem especificar se guaraná ou soda) ficou na média de 18%. "A Coca-Cola sempre volta os seus produtos para o momento atual. Na Copa, as embalagens eram todas decoradas com motivos esportivos", diz o vice-presidente de marketing da empresa no Brasil, Fernando Mazzarolo.
A empresa tenta agora incentivar o consumo de outros produtos, como o Guaraná Kuat, que teve o jogador Gustavo Kuerten como garoto-propaganda e também os novos sabores da Fanta. Inicialmente voltada para o público infantil, a Fanta ganhou mercado entre os adolescentes e hoje o Brasil é o maior mercado consumidor do refrigerante do mundo. Anualmente, a fábrica produz 12 bilhões de litros de refrigerantes, sendo 32% de Coca-Cola.
Com o Guaraná, a Antarctica, segundo colocado, vestiu a seleção brasileira neste ano. Segundo a assessoria de imprensa da Ambev, o objetivo da principal marca de refrigerantes da empresa é, além de projetar o Guaraná Antarctica no mercado mundial, reforçar a imagem de produto "genuinamente brasileiro".
Um dos comerciais veiculados após a conquista do penta mostra o atacante Ronaldo ao lado do slogan "Será o guaraná?". O contrato da Ambev com a CBF vai até 2018 e é de US$ 10 milhões anuais.
SABÃO EM PÓ
Se os números da Coca-Cola impressionam, a marca Omo aparece ainda mais isolada da concorrência, em todas as regiões do Brasil. Na categoria sabão em pó, o Omo foi indicado por 83% dos entrevistados. A lembrança é um pouco mais forte entre os homens (85% contra 81%). Entre as faixas etárias, destaca-se no grupo de 16 a 25 anos, com 86%.
Em relação à escolaridade, o Omo tem maior presença entre aqueles que têm nível superior, com 89%. Já nas divisões por renda familiar mensal, a fixação da marca é mais significativa em duas faixas: as pessoas que ganham entre cinco e dez salários mínimos e acima de dez salários mínimos, ambos com 88%.
Segundo a Unilever Brasil, a marca Omo está presente em 98% dos estabelecimentos que comercializam sabão em pó no país. O investimento anual é de R$ 100 milhões, incluindo os gastos com pesquisa, desenvolvimento e publicidade.
"Temos campanhas distintas para cada variante do produto, como o Omo Multiação, Omo Cores e Omo Progress. Cada uma foca os benefícios dos produtos para as suas consumidoras", afirma Maria Inez Murad, diretora de marketing de Home Care da Unilever Brasil.
É assim mesmo, no feminino, que a Unilever trata o público consumidor do Omo, ainda que sabão em pó também esteja na lista de compras dos homens. Não há intenção de mudar o conceito das mensagens vinculadas aos testes de produtos.
Diariamente (inclusive nos finais de semana), cerca de mil pessoas são contatadas pela Unilever em pesquisas de qualidade, ou seja, são 360 mil consumidoras opinando sobre os produtos por ano.
Com base nesses dados, a Unilever decidiu reformular alguns de seus produtos, como o Omo Multiação, que recebeu neste ano um investimento de R$ 20 milhões para tornar-se mais efetivo na remoção de manchas de gorduras, item apontado pelas consumidoras como o grande vilão do processo de lavagem.
Outro produto modificado foi o Omo Cores, no qual foram investidos R$ 8 milhões. As duas novidades foram acompanhadas por campanhas em mídias como TV, jornais e revistas.
As variantes da marca Omo detêm 47% de participação no mercado (segundo levantamento do Ibope referente a 2001). O Multiação é a marca mais consumida, com 34% e somadas todas as linhas produzidas pela Unilever, a empresa detém 76% do mercado de sabão em pó brasileiro.